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Terça - 23 de Maio de 2017
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Marketing Eleitoral: Massivo x Auto-promoção

Por: Garoto Loko (IT)

Enfatizo aqui uma análise do novo cenário do marketing nacional.

    Vale lembrar que é uma análise meramente pessoal, mas que seja ela qual for é sempre importante revisarmos os nossos conceitos e os impactos causados pelos veículos de comunicação e expressão nos períodos de eleição.

Antes da minha análise, gostaria de chamar a atenção quanto a sensibilidade do eleitor nos investimentos financeiros envolvidos durante uma campanha que muitas vezes,senão todas, não são para mostrar propostas administrativas nem para descrições pessoais. Vão muito além disso, servindo apenas para uma lavagem cerebral e acirros de representantes políticos.

A minha análise do novo marketing político percebe uma nobre e clara aceitação do povo ao que chamo de Marketing de Auto-promoção. O marketing de auto-promoção se apresenta de forma sutil e minunciosa, buscando perceber a maior sequela de uma sociedade. Lança-se um candidato de aparencia vigorosa, determinada e diante a biografias de lutas simbólicas ou não pelo povo. Nascendo desta forma um héroi social ! Foi assim com o então atual Presidente da República Luis Inácio Lula, tem sido assim com o então deputado João Henrique. No sec. XXI o marketing massivo que ataca, amedronta, pressiona, é audacioso e traz uma chuva de publicidade aos olhos dos eleitores em função de deixa-los vesgos, miopis por um número de legenda caiu no desmolde social.

A então populção que se mantinha conservadora e receiosa de mudanças começa a arriscar e provar os doces e amargos da novidade. A nova experiência traz desgostos tanto quanto o padrão destituido. A massa popular procura atualmente espelhos de sua pessoa nos militantes partidários ao invés de meros preparados técnicos e/ou acadêmicos da administração pública. A carência da população (não me excluindo disto) nos torna refém dos nossos ensejos e angustia e dúvida de cada projeto não realizado.

Porém de tudo isto e além dos novos riscos apresentados por qualquer mudança eu tiro uma coisa de bom: A renovação! Aquilo que não se renova, morre por ser antiquado ao passar do tempo, morre por oscilações vitais. A mudança traz um ciclo de  focos de favorecimento aos que estavam excluídos e assim sucessivamente até a conseguinte.

Aviso: Independente de qualquer mudança... olho aberto aos heróis sociais da auto-promoção(é uma citação geral e não pessoal) que se utilizam apenas para ganhar votos e a massa turva de publicidade eleitoral. Os candidatos são nada mais nada menos do que a sua desenvoltura política ( história, contribuiçoes sociais, expêriencia e prospecto de propostas) e não a assesoria de marketing que estão por traz deles. Lembrem-se: quem governa é o candidato e não a produção de campanha.

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