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Sexta - 18 de Agosto de 2017
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Intrasigencia materna e judiciaria

Por: Garoto Loko (IT)

Quero discutir nesse texto a inflexibilidade dos seres humanos em certas ocasiões devido a intrasigencia de se achar dono da razão.

    Já não é de hoje a discriminação e o julgamento da incapacidade das pessoas deveriam ter saido de moda. Amor é um sentimento que começa arrebatador, enlouquente, sem limites, lindo como tudo na vida deveria ser. O problema é quando aquele imenso amor de cinema e de novela, sonhado e esperado por todos, aquele que parece não ter fim... um dia desencante e deixe de brilhar tendo formado laços maternais e paternais.
    É de praxe a sociedade brasileira enxergar a mãe como a figura mais apta para criar a educar os filhos. Não estou aqui pra dismestificar ou ser o dono da verdade, mas sim para defender a tese do velho ditado que tudo tem uma primeira vez e as regras tem excessões. Até onde vai o fundamento de que um pai não seja apto a criar, educar e atender as necessidades do estatuto da criança e do adolescente? o quadro das mães que se acham extremamente proprietárias de seus filho apenas por terem gerado é algo ditador. Um criança que não seja de produção independente, tenha nascido da união de duas pessoas é algo tão partilhoso quanto uma sociedade ou algum vinculo que se crie a duas pessoas. Não se existe dono de ninguém nem muito menos de crianças, existem responsáveis que não se podem ser anulados por simples prepotencia das mães. Em tudo no mundo existe bom e ruim e assim segue a praxe dos responsáveis conjugais: existem pais ruim e mães ruins, existem mães que abandonam e pais que abandonam ou negligenciam. Não se existe uma determinante, mas existe um determinante inicial pro governo e judiciário de que a mãe é a figura mas recomendada, porquê? Qual o motivo que faz os tribunais favorecem mais as mães do que os pais? Porquê os julgamentos paternos ainda são sensibilizados em minoria? O que leva um juiz determinar a quantidades de dias e horas para um pai ou mãe visitar e ver seus filhos? O que leva aquele ser humano (juiz) se achar apto a determinar o relacionamento fraterno sem ele ter nenhuma ligação com a criança? Aonde o governo se importa ou ampara o desespero de um pai sem o seu filho?
    Aonde mora a solução para inflexibilidade humana de mães que ainda no poder de seus  filhos impedem,dificultam e pertubam as visitas paternas? Por que tanta vingança,ganancia e egoísmo?
    É diante a esses questionamentos que deixo aqui a minha revolta e um salve a todos os pais que se sentem perdidos,injustiçados e que tem uma sede gigante de amar e educar seus filhos e são punidos e atormentados psicologicamente e emocionalmente por isso. Um salve! Pai também é importante!! SALVE!!!

Por Igor Tanigushi
Salvador - Bahia

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