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Terça - 25 de Abril de 2017
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Fome multiplicada e os que comem pelas beirada

Por: Garoto Loko (IT)

Falando de governo, venho por meio deste analisar as benéficas e maléficas ações governamentais do gestor Luis inácio lula da silva. Como todas as alianças que já vi durante minha vida, desde as alianças conjugais até as alianças governamentais, os percalços, desencontros e conflitos envolvem até os menos assistidos e leigos no assunto e por outro lado abençoa os entendidos e mestre de sabotagem no assunto: os relacionados e mandantes. Tenho que reconhecer os crescimentos da economia nacional em pauta do mercado empregatício. Apesar dos contrates parelelos dos juros. As idéias e planejamentos da vigencia esquerdista na república federativa brasileira são boas e sedentas por abraçar o seio brasileiro, tão grande quanto o samba descompassado da salada partidária nos ministérios. A vontade presidencial é reconhecível, mas falta fiscalização e conduta nos projetos. Uma gestão que começou com o slogan de fome zero, hoje alimenta alguns que habitam a exclusão social da industria do bem estar e por outro lado alimenta tambem fastamas fraudulentos e inescrupulosos da sociedade que comem pelas beiradas aproveitando as falhas do sistema assistencialita vigente que os presidenciáveis do brasil passou a adotar e priorizar. Gerando na expectativa de erradicar a fome, um povo que aprender a fraudar pra comer mesmo que tire os bens alimentícios de outros cidadãos. Aprendeu a fraudar na mesma dose de exemplo do integrantes do palácio do planalto. Uma política assistencialista geradora de taxas de natalidade para abocanhar mais alguns reais das bolsas família, bolsa escola, vale gáse por ai se extende. talvez a política assistencialista do século 21 equilibre a taxa de mortalidade apresentada pela segurança e saúde pública. A segurança pública sempre foi há uns 12 anos uma desordem e negligencia federal, daí já não é novidade e se extende até os anos atuais pela complexidade para uma regulamentação eficiente num país de etnias e desigualdade sociais que gera rebeliões, muros e grades, terrorismo associado ao crime paralelo e entre outros. As praxes da internacionalização e comunicação liberal entre nações é outro positivismo do mandato. Um país fechado ao mundo deixa de ser país para ser capitanias hereditarias. Em si tratando de governo é inevitável falar do socialismo e da vontade popular. O povo tem se mostrado renovado e tem estado consistente ao apostar nas mudanças, tem perdido o medo de mudar partidariamente para almejar uma mudança comunitária. Os votos em promoção ainda não estão extintos, mas tem sido minoria em relação a vontade do povo por um brasil melhor mesmo que isto signifique mudar para esquerda, direita, centro-esquerda, afins. O Brasil trilha um novo caminho de reconhecimento, de intrnacionalização, de caráter social, o idealismo está na medida, agora é preciso alinhar o realismo e os minitérios.

Por Igor Tanigushi

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