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Sexta - 24 de Novembro de 2017
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O maior feito humano

Por: Júnior Barreto

Se pudéssemos optar em termos vindo ao mundo em determinado período, nos sendo apresentado as opções, qual delas escolheríamos?
Preferiríamos termos nascido na Grécia antiga, civilização nascida há 2.000 anos a.c? Nos períodos das grandes navegações em que representaram um conjunto de viagens marítimas que expandiram os limites do mundo conhecido até então? Teríamos escolhido conhecer Santos Dumont, o pai da aviação que em 2006 completaria cem anos? Ou preferiríamos uma prosa com Albert Einstein, de família judaica, nascido na Alemanha em 1879, no qual tornou-se “pai” da teoria da relatividade e que acabou morrendo de desgosto por saber que uma de suas invenções – a energia nuclear – tenha auxiliado na criação de orgivas nucleares para promover as grandes guerras mundiais?
Os exemplos citados nos mostram o quanto o homem é capaz de evoluir, desenvolvendo a mente criativa em busca de desenvolvimento e reconhecimento dos maiores feitos da raça humana. E, por ironia, este mesmo impulso tecnológico cada dia mais intenso foi e é o maior motivo de nossa própria destruição.
Estudos apresentados por Angelino Ahmed Djoghlaf, secretário geral da convenção, e por Marina Silva,na 8° Conferência das partes da convenção sobre Diversidade Biológica da ONU, em Curitiba, nos revela que nos últimos 25 anos previram uma mortandade sem precedentes nos últimos milênios para as espécies animais e vegetais da Terra.
A pesquisa mostra que 40% da população de 3.000 espécies desses seres vivos sumiram e a maior parte desse fato é causado principalmente pela ação humana.
Os dados, que estão num relatório das Nações Unidas, deixa poucas dúvidas de que o planeta está à beira de uma grande onda de extinções tão grave quanto a que acabou com os dinossauros.
A falta de harmonia e a severa agressividade contra a natureza são, entre outros fatores, o que nos conduz à destruição em massa.
Somos responsáveis pelo o que inserimos de corpo estranho no planeta em que vivemos e a natureza, sabiamente, nos responde imediatamente pelo feito de nossas ações.
Tudo isso está presente nos furacões avassaladores, nos tsunamis, terremotos e maremotos.
Falta consciência ao cérebro desenvolvido.
O que nos vale termos descoberto os alimentos transgênicos, os clones animais, o estudo com células tronco, se perdemos a capacidade de compreender que não podemos maltratar o que nos ama incondicionalmente e nos oferece o que tem de melhor? A natureza sempre nos emprestou com todo amor a sua casa, sua comida, sua cama. E qual é a retribuição?
Retribuímos estuprando seus filhos, sua mãe e seus irmãos.
Escolho ter conhecido o período de maior conscientização humana, período em que possamos utilizar do que nos é oferecido gratuitamente, com muito amor e é assim que deveríamos retribuir.
Teríamos uma vida mais saudável e prolongada, um céu mais limpo, uma relva mais bonita, um mar mais azul, tão visível e transparente quento a vida de cada um, sem ganância, sendo utilizado do suficiente, sem disputas e vinganças.
Não desejaria ter conhecido essa tecnologia asfixiante que aos poucos nos vai privando da liberdade, nos condicionando e reprimindo a população mundial em uma máquina capaz de nos fazer virar pó em apenas alguns segundos. Isso é, infelizmente, o maior feito humano.

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