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Sexta - 24 de Novembro de 2017
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Objetivo da ética humana

Por: Júnior Barreto

O ser humano move-se ao encontro da felicidade. Procuramos a satisfação de inúmeras formas, seja com um bem material, uma realização profissional ou qualquer outro modelo de desejo. Em todo objetivo encontramos algo em comum: a busca de maior expressão que é sermos felizes.
Mesmo uma ação indevida é mediada pelo que seria melhor naquele momento, ou seja, visando um ato benéfico.
Somos formados de inúmeros sentimentos e emoções, dos quais são conduzidos pela razão ao encontro de nosso objeto de desejo.
Em uma sociedade moderna, esse ideal está cada vez mais condicionado a fatores coletivos, do bom convívio com o semelhante. E é neste conflito do ser individual com o coletivo que podemos detectar os diferentes caminhos para obtenção da felicidade. O que torna o ser humano diferente dos outros seres é a possibilidade de fazermos escolhas, de planejar as próprias ações.
O poder de raciocínio ganha dimensão com a filosofia, que nos ajuda a pensar sobre a própria vida. Aristóteles foi um dos primeiros pensadores filosóficos a falar na ética, dedicada a pensar as ações humanas e os seus fundamentos.
Essas escolhas com o auxilio do pensamento sobre as ações nos remetem ao que determinamos como liberdade. Dessa liberdade foi criada a lei, que rege o exercício da liberdade.
Atualmente o ser humano vive em constante conflito com o princípio de sua existência: o não matar!
Se existe em nossa sociedade homicídios, assassinatos, extermínios realizados pelo próprio ser humano ao seu semelhante, existe também um desrespeito à lei, que rege o exercício da liberdade. Encontramos uma ação inversa ao propósito humano.
Essas ações moveram o ser humano ao desenvolvimento de diversas normas, estatutos e criações de instituições públicas e privadas a fim de garantir a segurança do indivíduo.
Porém temos no decorrer da história inúmeros casos em que essas instituições foram severamente desrespeitadas, como por exemplo: rebeliões em presídios pelo país e fuga de detentos das penitenciárias. Essas são as situações que, em um momento e outro, presenciamos nos noticiários nacionais.
O que precisamos para que encontremos a felicidade, mesmo que tenhamos uma segurança pública que caminhe em perfeita harmonia com os direitos humanos, é que sejamos cidadãos menos gananciosos e mais conscientes da necessidade em valorizar e preservar a vida humana, auxiliando o próximo, respeitando o seu semelhante, as suas diferenças, sem que haja a necessidade de tirar a vida do outro devido à disputa por tomada de poder. Um povo justo e fraterno é formado sem que haja a necessidade do derramamento de sangue. Desta forma estaremos respeitando a si mesmo, ao próximo, às leis que foram estabelecidas para assegurar o exercício da nossa liberdade e, consequentemente, ampliando as nossas possibilidades de felicidade, que é o maior objetivo de todo ser humano.

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