artigos acontece nossa arte humor dialeto o comédia & o truta histórias para refletir
Terça - 25 de Abril de 2017
COLUNISTAS 
@ SANDRA LOURENÇO
@RR RODRIGUES
Ademiro Alves (Sacolinha)
Alberto Lopes Mendes Rollo
Alessandro da Silva Freitas
Alessandro Thiago da Silva Luz
Alexandre M. O. Valentim
Ana Carolina Marques
Antony Chrystian dos Santos
Carla Leite
César Vieira
Cíntia Gomes de Almeida
Claudia Tavares
EDSON TALARICO
Eduardo Souza
Elias Lubaque
FAEL MIRO
Fernando Alex
Fernando Carvalho
Fernando Chaves dos Santos
Flávio Rodrigues
Garoto Loko (IT)
Gisele Alexandre
Henrique Montserrat Fernandez
Ivan de Carvalho Junqueira
Jack Arruda Bezerra
Jean Jacques dos Santos
João Batista Soares de Carvalho
João Henrique Valerio
JOEL BATISTA
Jonas de Oliveira
Jose de sousa
Júnior Barreto
Karina dos Santos
Karina dos santos
Leandro Carvalho
Leandro Ricardo de Vasconcelos
Leonardo Lopes
Luiz Antonio Ignacio
Marcelo Albert de Souza
Marco Garcia
Marcos Lopes
Maria de Moraes Barros
massilon cruz santos
Natália Oliveira
Nathalia Moura da Silva (POIA)
NAZARIO CARLOS DE SOUZA
NEY WILSON FERNANDES SANTANNA
Rafael Andrade
Rafael Valério ( R.m.a Shock )
Regina Alves Ribeiro
Rhudson F. Santos
Ricardo Alexandre Ferreira
Rodrigo Silva
Silvio Gomes Batisa
Sônia Carvalho
Teatro nos Parques
Thiago Ferreira Bueno
Tiago Aparecido da Silva
washington
Wesley Souza
Weslley da Silva Gabanella
Wilson Inacio

APOIADORES 


Todo o conteúdo do portal www.capao.com.br é alimentado por moradores e internautas. As opiniões expressas são de inteira responsabilidade dos autores.


Hip Hop

Por: João Batista Soares de Carvalho

O Hip-Hop, expressão artística criada por jovens afro-americanos e caribenhos no final da década de 1960, é formado por quatro elementos artísticos. O break - a dança, expressão corporal; rapazes de periferia de São Paulo recriavam e executavam movimentos que jovens nova-iorquinos praticavam, em protesto contra a guerra do Vietnã, para representar os corpos debilitados ou mutilados dos sobreviventes de combates. Apoiar-se com as mãos figurava a única forma de locomoção para os paraplégicos e os rodopios com a cabeça no chão simbolizavam os helicópteros agindo durante a guerra. Em função da tradição afro-brasileira, a esses movimentos foram acrescentados os da capoeira.

A dança, somam-se esses outros elementos: o grafite - pintura em muros e paredes dos bairros; a discotecagem - ato do DJ, abreviatura de disque jóquei, compor músicas usando dois toca-discos; o MC/rapper - o Mestre de Cerimônia apresentava, rimando na batida/balanço da música, os dançarinos e outros integrantes do universo Hip-Hop, e declamando mensagens sugestivas para o público participante. Todos os integrantes do Hip-Hop foram denominados B. Boys, no caso dos rapazes, e B. Girls, no caso das garotas.

No processo de difusão do RAP e do Hip-Hop, destacaram-se os DJ’s Africa Bambaataa e Grandmaster Flash, que trabalharam para que as disputas violentas entre as gangs fossem transformadas em embates de break (dança) e rimas. Eles não gostavam de assistir às guerras de afro-americanos contra afro-americanos, latinos contra latinos, pobres contra pobres.

Então, passaram a pregar, durante as festas de Hip-Hop, a união, a harmonia, o autoconhecimento dos jovens em torno da música RAP, da dança break e dos muros grafitados. Também foram os primeiros a incorporar as críticas sociais nas letras de RAP.
COMENTÁRIOS


Colaborações deste autor:
Para ver todas as contribuições deste autor, clique aqui.

institucional capão redondo política de privacidade newsletter colunistas contato