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Terça - 25 de Abril de 2017
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Música Eletrônica na Periferia

Por: João Batista Soares de Carvalho

Na quebrada, quando alguém gosta de uma música, faz questão de compartilhá-la com muitas pessoas.

O gosto musical das pessoas da periferia é bastante variado. Os preconceituosos acham que aqui o que impera é o samba e o rap. Mas não é verdade. Há muito, a música eletrônica é apreciada pelos ouvintes daqui. Nas praças, parques e ruas, os jovens costumam curtir suas músicas preferidas tocando-as nos potentes alto-falantes que equipam os seus carros. Esse é um dos principais termômetros para a fama de uma música ou grupo musical na quebrada. Foi assim com Calypso, Serginho/Lacraia e a “éguinha pocotó”, os Bondes do Maluco e do Tigrão, Morango do Nordeste, Axé, D’javu, MC Creu, Rebolation, funk carioca. Todos, mesmo antes de tocarem nas rádios, fizeram um enorme sucesso nos sons dos carros.

No último mês, o hit dos porta-malas dos carros da quebrada é a música eletrônica australiana de Yolanda Be Cool e DCUP - We No Speak Americano.

Essa canção é uma adaptação do clássico de Renato Carosone - Tu Vuò Fa LAmericano - da década de 50. A música original é uma crítica a “americanização” dos jovens italianos, satirizava os jovens italianos que costumavam imitar os comportamentos estadunidenses.

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